domingo, 28 de junho de 2009

Pessoas “de palavra” que vivem na era da mentira


Em tempos antigos, o homem fazia questão de provar seu caráter e, por isso, era digno de confiança. Na maioria das situações, ser reconhecido como uma pessoa “de palavra” muito facilitava o desenrolar dos relacionamentos, tanto sociais quanto comerciais. Naquela época, se fosse homem de honra, não precisava escrever, não precisava registrar em cartório. Bastava a palavra.
Hoje a realidade parece ser outra. Em um mundo em que a globalização possibilita o bombardeio diário de milhares de informações à velocidades impressionantes, ainda são necessários calhamaços de papéis assinados e com firma reconhecida quando o que está em pauta é a garantia de um documento. A palavra deixou de ter valor e a mentira foi infiltrada no meio social, sendo vista por muitos como forma de manter o ambiente pacífico e amigável. Maquiada pelo termo “mentira social”, chega a ser considerada inofensiva.
Em 1997, por exemplo, o psicólogo Gerald Jellison, da Universidade do Sul da Califórnia, Estados Unidos, ouviu as conversas diárias de 20 pessoas submetidas a uma experiência e analisou as fitas gravadas em busca de inverdades. O resultado é que mesmo os mais sinceros participantes disseram uma mentira a cada oito minutos.
Estima-se, também, que uma só pessoa fale uma inverdade cerca de 200 vezes por dia: uma média de uma a cada cinco minutos. Dados como estes mostram que, de uma forma geral, a mentira parece ter sido introduzida na sociedade gradativamente, e, diferentemente do que se via há alguns anos, ela faz parte do dia-a-dia.

Mentir ou não mentir?

O ator e publicitário Marcos Nauer acredita que, para que as pessoas consigam manter a boa convivência, é necessário falar o que o outro deseja ouvir. “O sucesso profissional depende de se reservar a real personalidade e a adaptar à necessidade do ambiente. Não vejo isto como uma mentira. É uma escolha: revelar apenas o lado da sua personalidade que mais se encaixa àquela situação”, conclui.
Já o operador do mercado financeiro, Rodrigo Corrêa, acredita que a mentira não faz bem em nenhuma situação: “Na empresa, por exemplo, não acho que devemos mentir para não ofender. Você pode ser sincero sempre, mas tem que saber o que falar e, principalmente, a hora e a maneira de se pronunciar”, afirma. “Se eu fosse casado e traísse minha esposa, talvez contaria a ela a verdade. Não para atrapalhar, mas para melhorar e acertar o relacionamento”, revela.

Omitir

No dicionário, o verbo omitir significa “deixar, voluntária ou involuntariamente, de dizer ou fazer qualquer coisa que era de seu dever ou obrigação”. Neste caso, a pessoa deixa de passar a informação em vez de proferir uma inverdade. As pessoas geralmente usam a omissão como forma de se livrarem da “saia-justa” de ser pega mentindo ou de ter que falar algo que vá ofender o outro.
A psicoterapeuta Marilena Netto defende que, nestes casos, o fato de omitir pode ser útil: “Muitos encaram o “dizer a verdade” e a “franqueza” como uma autenticidade que deve ser mantida constantemente. No entanto, essa verdade, quando usada como ataque ou agressão à outra pessoa, pode perfeitamente ser omitida”, afirma.
Além disto, Marilena afirma que as pessoas podem estar sinceramente enganadas quanto à algum fato e crer que ele é verdadeiro. “Assim, elas passam essa 'verdade' adiante, mesmo que distorcida ou incompleta, sem sequer perceberem que estão equivocados. Nesse caso, há apenas um engano do fato e não uma mentira”, declara.
A psicoterapeuta afirma ainda que o que se vê atualmente em termos de mentira é muito comum. “Os meios de comunicação mostram isso. Estamos sempre em contato com mentirinhas. Já não há espanto em torno deste comportamento”, explica. Ela acredita que as pessoas têm este hábito por uma série de motivos, entre eles o medo. “Os indivíduos têm medo de mostrar falhas e, com isso, imaginar que os outros não gostarão deles tanto quanto antes; medo de se sentirem desvalorizadas; medo de destruírem a imagem que imaginam que possuam de ‘perfeição' ou medo de se sentirem inferiores aos outros, arranhando assim a própria imagem”, afirma.

Detectando a mentira

Pesquisas mostram que as pessoas, de forma geral, mentem de um jeito ou de outro. Costuma-se dizer que existem dois tipos de mentiras: a patológica e a fisiológica. As fisiológicas seriam as corriqueiras, que a maioria das pessoas usa para se livrar de situações desconfortáveis. São as “desculpas esfarrapadas” e os falsos elogios. As mentiras patológicas, por sua vez, são aquelas determinadas por uma personalidade problemática ou até mesmo produzidas por neuroses (ver tópico “Alguns distúrbios mentais e a mentira patológica”). Geralmente estas pessoas apresentam uma dinâmica psíquica rica em conflitos e complexos.
Em geral, os especialistas acreditam que todas as pessoas, quando mentem, "entregam" sua falsidade através de um padrão gestual que, inconscientemente, é repetido. Alguns acreditam até que, sabendo identificar o comportamento corporal do mentiroso, é possível pegá-lo no primeiro deslize.
De acordo com Marilena, o que geralmente denuncia os mentirosos são os olhos, o tom de voz e a respiração, que se comportam de maneira diferente do normal. “Cada pessoa apresenta uma alternativa mais fácil para a mentira. Para alguns, a palavra é mais convincente, mas a linguagem corporal é fraca, ou vice-versa”, explica.
A psicoterapeuta enumera algumas características que podem ajudar a identificar quando uma pessoa está mentindo ou não:

Ela evita responder, pedindo para você repetir a pergunta, ou então responde com outra pergunta;

A pessoa utiliza de humor e sarcasmo para aliviar as preocupações do interlocutor;

A pessoa que está mentindo pode corar, transpirar e respirar com dificuldade;

Sua voz pode falhar e a pessoa pode parecer incoerente;

A pessoa pode começar a engolir em seco.

Para as pessoas que convivem com alguém que tem o hábito de mentir, tanto cônjuges como filhos ou amigos, Marilena recomenda que o medo seja trabalhado neste sentido. “O medo da falha, que é comum, o de não parecer perfeito ou o de ser desvalorizado é preciso ser analisado na família”. No caso dos relacionamentos dentro de casa, “é fundamental desmistificar a idéia de adultos perfeitos na família ou entre os casais. As falhas existem, sim, e irão acontecer ao longo de toda vida”, explica. Já com os filhos, diante de uma situação em que fizeram algo que os pais desaprovam, ela defende que “devemos começar pela famosa frase: 'gosto muito de você, mas não gosto quando você faz isso'. Neste caso, a criança aprenderá que ela, pessoa, é uma coisa e o que ela faz, é outra”, explica.

A mentira e o cristianismo

Mentir é contra os padrões morais de muitas pessoas e, pelo cristianismo, é considerado como um comportamento errado. A Bíblia mostra que a mentira é um pecado há muito revelado. Norbert Lieth, em artigo publicado na revista “Chamada da Meia-Noite”, afirma que a mentira não tem sua origem na evolução, mas em satanás. Como está escrito em João capítulo 8, versículo 44b, 'Quando ele [o diabo] profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso, e pai da mentira'”.
Para Norbert, “a mentira não é indicação de inteligência, mas um sinal característico de uma vida sem Deus, que não ama a verdade”. Ele alerta para o fato de a mentira ser o oposto exato da verdade de Deus e, assim, rejeita o próprio Deus: “O livro de Apocalipse, no capítulo 21, versículo 27, deixa claro o fim dos mentirosos quando afirma que 'Nela [na nova Jerusalém], nunca jamais penetrará coisa alguma contaminada, nem o que pratica abominação e mentira, mas somente os inscritos no Livro da Vida do Cordeiro'". E, mais adiante, no capítulo 22, versículo 15, ela afirma que 'Fora ficam os cães, os feiticeiros, os impuros, os assassinos, os idólatras e todo aquele que ama e pratica a mentira'".
O Analista de Suporte de TI, Elon Pereira, acha que as pessoas, em geral, mentem por hábito. “Não existe mais vergonha ou qualquer restrição. As pessoas simplesmente mentem, sem sentir nenhum remorso ou dor na consciência”. Para Elon, que é evangélico, pior ainda é ver a mentira dentro das igrejas, no altar de Deus. “Isto causa esfriamento espiritual, além de abrir precedentes para a legalidade. Infelizmente, o Espírito Santo não encontra lugar para exercer milagres e maravilhas neste ambiente”, afirma.
“A mentira na igreja, principalmente entre líderes, prejudica o próprio mentiroso, algumas ovelhas e, o que é pior, o Evangelho de Cristo. Aprendi a olhar para o alto, para Jesus, e não para os homens, e isto mantém a minha fé inabalável diante de situações como esta”, relata Elon. E completa: “Foi Jesus quem executou o plano da salvação, e por isto não acho justo O 'penalizarmos' pelos erros dos homens”, conclui.

Alguns distúrbios mentais e a mentira patológica

- Demência e delírio
A cognição é de tal forma comprometida que a pessoa relata aos outros um mundo profundamente modificado e no qual acredita, sem a intenção de ludibriar.

- Síndrome de Münchhausen
O hábito arraigado de mentir fantasticamente pode refletir um transtorno da personalidade que alguns autores chamam de “pseudologia fantástica”, que seria caracterizado por uma compulsão a fantasiar uma vida fictícia para causar grande mobilização e perplexidade em outras pessoas.
Nesta síndrome a pessoa não suporta a idéia dela ser comum, normal ou trivial. Ela tem que ser super especial, tem que ter peculiaridades completamente excepcionais e fantásticas. Essa inclinação impulsiva para a mentira reflete uma grande vontade em ser admirado, de ser digno de amor e consideração pelos demais e, consequentemente, reflete uma grande insatisfação com a real e medíocre condição existencial.

- Depressão Grave
Alguns casos de depressão grave também podem ser acompanhados de mentiras patológicas. Nessa situação a pessoa se coloca em um verdadeiro emaranhado de estórias, desculpas e relatos que vão cada vez mais complicando a sustentação da mentira.
As mentiras iniciais na depressão têm, normalmente, o propósito de ocultar algum acontecimento que deixaria a outra pessoa triste, aborrecida, decepcionada. Daí em diante, há contínua necessidade de novas mentiras para completar a primeira. Na depressão, as mentiras são acompanhadas de importante sentimento de culpa e arrependimento.

- Transtornos do Controle dos Impulsos
No jogo patológico, na cleptomania, na bulimia, na dependência química e em outros Transtornos do Controle dos Impulsos existem muitas mentiras, cujo objetivo é ocultar um comportamento sabidamente reprovado socialmente.

- Personalidade Anti-Social ou Psicopática
O quadro mais grave onde a mentira aparece como sintoma importante é o Transtorno Anti-Social da Personalidade. Embora qualquer pessoa possa mentir, é preciso distinguir a mentira banal da mentira psicopática. O psicopata a utiliza como uma ferramenta de trabalho. Normalmente está tão treinado e habilitado a mentir que é difícil captar quando mente. Ele mente olhando nos olhos e com atitude completamente neutra e relaxada. O psicopata não mente circunstancialmente ou esporadicamente para conseguir safar-se de alguma situação. Ele sabe que está mentindo, não se importa, não tem vergonha ou arrependimento, muitas vezes mente sem nenhuma justificativa ou motivo.
A personalidade do psicopata é narcisística, quer ser admirado, quer ser o mais rico, mais bonito, melhor vestido. Assim, ele tenta adaptar a realidade à sua imaginação, à seu personagem do momento, de acordo com a circunstância e com sua personalidade narcisística. Esse indivíduo pode converter-se no personagem que sua imaginação cria como adequada para atuar no meio com sucesso, propondo a todos a sensação de que estão, de fato, em frente a um personagem verdadeiro.

* Fonte: PsiqWeb - www.psiqweb.med.br
(Artigo “Sobre a Mentira”, de Ballone GJ, disponível em
http://virtualpsy.locaweb.com.br/index.php?art=395&sec=35)

Rejeitando o mal

Todos nós temos o ministério de representar o Senhor, somos embaixadores de Cristo, o próprio Paulo fala isso na segunda carta aos Coríntios capítulo 5 versículo 20, mas é o versículo 2 do capítulo 4 nosso ponto chave que diz:2 Co 4.2
“Antes, rejeitamos as coisas que, por vergonha, se ocultam, não andando com astúcia nem falsificando a palavra de Deus; e assim nos recomendamos à consciência de todo homem, na presença de Deus pela manifestação da verdade.”
Tem coisas que são ocultas, não aparecem aos olhos das pessoas, da sociedade, dos homens, mas elas nos causam vergonha: tentações que aparecem, desejos, vontades , pensamentos que trazidos a tona nos traria vergonha, o que temos que fazer? Temos que rejeitar os pensamentos e desejos pecaminosos, aqueles que você não teria coragem de falar a ninguém. Em Atos capítulo 7 versículo 39 diz:
“Ao qual nossos pais não quiseram obedecer, antes o rejeitaram e, em seu coração, se tornaram ao Egito.”
O povo de Israel quando saiu do Egito para entrarem na terra prometida, eles enfrentaram muitas oposições, muitos adversários e sempre que aparecia uma dificuldade eles desejavam no coração voltar ao Egito. Eles não voltaram fisicamente, mas no coração eles desejaram, é a mesma coisa, tem gente que não tem uma prática pecaminosa, mas no coração ele deseja. Sempre que surgir um desejo pecaminoso, um sentimento: medo, ira (que o cristão não deve ter) você deve rejeitar, se você não rejeita, aquilo vai trazer vergonha para você, se não trouxer agora , vai trazer no dia do juízo. Então eu e você, temos que rejeitar essas coisas que estão ocultas, mas que nos trazem vergonha, coisas que ninguém está vendo: o que você pensa, o que você quer, o que está entrando no seu coração, ou tentando entrar, precisamos rejeitar. No Antigo Testamento, temos a história de um homem que não rejeitou o medo. Jó foi um grande homem de Deus, mas ele perdeu todos os seus filhos, bens e saúde, mas tudo isso não aconteceu por acaso não, em Jó capítulo 3, versículos 23,24,25 e 26 diz o motivo:
“Por que se dá luz ao homem, cujo caminho é oculto, e a quem Deus o encobriu?Porque antes do meu pão vem o meu suspiro; e os meus gemidos se derramaram como água. Porque o que eu temia me veio, e o que receava me aconteceu.Nunca estive descansado, nem sosseguei, nem repousei, mas veio sobre mim a perturbação.”O medo aparece a todos nós, mas o que devemos fazer? Rejeita-lo! Quando veio ao Jó ele não rejeitou, ele mesmo disse “Porque o que eu temia me veio, e o que receava me aconteceu”
O que eu vou falar parece cômico: você sabia que tem gente que tem medo até passar na porta de um cemitério? A pessoa tem que rejeitar esse sentimento.Tem gente que tem medo de tudo, o medo é um sentimento que não pertence a um filho de Deus, medo é um espírito que você tem que rejeitar. Nós não podemos resistir ao diabo sem a Palavra de Deus, Jesus diz: Sem mim, nada podereis fazer.Tentação não é pecado, aceitar sim! Resista, não goste, tenha repulsa e o mal fugirá.Tiago 4.7“Sujeitai-vos pois a Deus, resisti ao diabo, e ele fugirá de vós”
Mensagem,
Pr. Jayme de Amorim

quarta-feira, 24 de junho de 2009

DEIXE O SACERDOTE FALAR

“E será que, quando vos achegardes à peleja, o sacerdote se adiantará, e falará ao povo” (Deuteronômio 20.2).

Deus sempre Se importou tremendamente com quem Ele confere um ministério. No passado, Ele levantava os sacerdotes que Lhe serviriam e exigia que fossem respeitados. O ofício deles era ministrar ao Senhor em favor do povo e, por intermédio deles, Deus orientava os Seus. Esse ministério não terminou, mas foi ampliado, pois quem dá ouvidos aos profetas prospera (2 Crônicas 20.20), e, assim, Deus cumpre Suas promessas.

Moisés deixou instruções para o povo de Deus não sofrer derrota, avisando que o exército dos israelitas deveria dar mais atenção à Palavra que aos ensinamentos dos comandantes. As palavras que o sacerdote falava tinham o poder de fortalecer os filhos de Israel, que, ao crerem no que o homem de Deus iria dizer-lhes, seriam imbatíveis. Ainda hoje, os que dão ouvidos às orientações do Senhor conseguem uma força que ninguém julga ser possível, mas podemos ver que essas pessoas fazem proezas em Nome de Jesus (Marcos 16.17,18).

Ao colocar alguém para representá-lO, o Senhor não o faz de qualquer maneira. Deus é perito na escolha de quem deve assumir os ministérios de Sua obra e honra os que O honram (1 Samuel 2.30). Por isso, qualquer pessoa que esteja cumprindo uma chamada não deve deixar-se levar pela ideia de que não tem valor algum, que o Altíssimo não tem compromisso com quem Ele chamou ou sua missão não é algo muito significativo. O Senhor exige respeito pelos Seus sacerdotes, e Ele mesmo os respeita.

A função sacerdotal era ministrar em favor do povo. Em seu ofício, o sacerdote seria aceito pelo Senhor toda vez que ocupasse seu posto. Além de ministrar, ele recebia orientação do Santo Espírito a ser transmitida ao povo, como, por exemplo, quando, ao curar um leproso, o Mestre mandou que ele se mostrasse ao sacerdote, conforme prescrevia a Lei (Mateus 8.2-4). Hoje, Ele continua cumprindo o que foi escrito.

Com a vinda de Jesus, o ofício sacerdotal passou por uma ampliação. Agora, não são só uns poucos que são chamados para esse ministério, mas todos os que nascem na família de Deus são automaticamente sacerdotes (Apocalipse 5.10). Eles devem viver em santidade e, sempre que possível ou necessário, podem exercer o sacerdócio. Como os sacerdotes do passado, os atuais também são honrados.

Ao dar as orientações, o sacerdote exerce o papel de profeta, por isso, tenha cuidado para não desprezar o que o Altíssimo fala pela boca dos Seus, pois dar ouvidos ao recado divino traz prosperidade. Creia e confie, pois o Senhor Deus é cumpridor de tudo quanto promete.

Mensagem do Missionário,

R. R. Soares

domingo, 21 de junho de 2009

CUIDADO NO FALAR


"Do fruto da boca de cada um se fartará o seu ventre; dos renovos dos seus lábios ficará satisfeito." (Provérbios 18 : 20)
"A morte e a vida estão no poder da língua; e aquele que a ama comerá do seu fruto." (Provérbios 18 : 21)

O Nosso falar é tão sério que o Senhor nos alerta várias vezes em Sua Palavra sobre o cuidado em falarmos algo.
Nesta passagem de Provérbios 18, temos os versículos 20 e 21 que nos dizem tudo que precisamos saber sobre o poder que temos no falar.
Deus fez o homem Sua imagem e semelhança, só que o diabo usurpou estas qualidades divinas e o homem se tornou uma criatura fora de Deus, mas pelo Seu infinito amor através de Jesus nos resgatou e nos colocou de volta em Sua presença então voltamos a ser Sua imagem e semelhança, glórias a Deus.
Este fato é maravilhoso, porém ele se torna real se vivermos por Ele, isto é se aceitarmos o Senhor Jesus como único e suficiente salvador, pedindo perdão de nossos pecados confessando a Ele e andarmos de acordo com a Sua Palavra, caso contrário esta imagem e semelhança continua deteriorada.
Tudo que Deus criou foi através de Sua Palavra, Ele dizia para ser feito e as coisas eram feitas, tudo foi feito assim, inclusive o universo.
Se somos semelhantes a Ele, então tudo de falarmos semelhantemente acontecerá seja bom ou ruim, para nós ou para o próximo.
O que você ou sua família vive hoje é o que você ou alguém disse no passado, e o que você diz hoje é o que você e sua família serão amanhã, por isso é importante conhecer bem a Palavra de Deus, para não falarmos o que a contraria, bem como neutralizar as maldições que as pessoas usadas por satanás proferem contra nós ou nossa família e que por não estarmos protegidos pela Palavra do Senhor podem causar um dano enorme em nossa vida.
A morte e a vida estão no poder da língua; (parte “A” de Provérbios 18 : 21).
Se abrirmos nossa boca para fazer a vontade do Senhor então o poder das palavra serão vida para quem nos ouve, ao contrário se falarmos coisas que não estão de acordo com a Palavra de Deus, então estaremos lançando morte para as pessoas e serão de nenhum préstimo.
Aquele que sabe usar as palavras serão abençoados pelo que falam.
Use sua boca para abençoar, para falar a verdade, para ser usado pelo Senhor e você será bem aventurado.
O salmista sabia do perigo de sua boca falar morte, e pediu ao Senhor que guardasse sua boca.
"Põe, ó SENHOR, uma guarda à minha boca; guarda a porta dos meus lábios." (Salmos 141 : 3)
"Porque os lábios do sacerdote devem guardar o conhecimento, e da sua boca devem os homens buscar a lei porque ele é o mensageiro do SENHOR dos Exércitos." (Malaquias 2 : 7)
Meu irmão ou irmã, você é um mensageiro do Senhor, as pessoas devem buscar de sua boca a Palavra de Deus.

Flávio Franklin

sexta-feira, 19 de junho de 2009

TESTEMUNHO DO PILOTO JAPONÊS COMANDANTE DO ATAQUE A PEARL HARBOR

Das negociações à guerra

Meu nome é Mitsuo Fuchida. Sou japonês e nasci em 1902, dois anos antes da Guerra Russo-Japonesa. Ainda jovem, tornei-me piloto da marinha de guerra. Meu grande ídolo naquela época era o almirante Heihachiro Togo, que, aos 57 anos, comandou a esquadra japonesa que destroçou a esquadra russa na batalha de Tsushima em 1905.Em 1941, nossas relações com os Estados Unidos estavam cada vez mais tensas. O presidente Franklin Roosevelt pressionava o Japão, especialmente pela via econômica, na tentativa de impedir nossa expansão territorial na Ásia. Já havíamos ocupado a China e a Indochina. Os bens japoneses na América foram congelados, o intercâmbio comercial entre os dois países foi suspenso e, por fim, o governo americano decretou o embargo de petróleo para o Japão. No final de novembro daquele ano, uma nova rodada de negociações entre os dois países foi por água abaixo.
Então, no dia 1º de dezembro, recebemos ordem para atacar a base naval americana de Pearl Harbor, no Havaí, a 7.500 quilômetros de Tóquio. Nossa esquadra era composta de dois couraçados, dois cruzadores, nove contratorpedeiros, oito navios de reabastecimento, oito submarinos e seis porta-aviões que transportavam 423 aviões de combate. No dia 5, sexta-feira, nos estabelecemos a 425 quilômetros de Pearl Harbor, ponto de onde nossos aviões decolariam para o ataque de surpresa. Eu era o comandante chefe do esquadrão aéreo.No dia 7 de dezembro de 1941, domingo, levantei-me às 3h30 da madrugada e apresentei-me ao vice-almirante Nagumo. Ele pôs-se de pé, apertou firmemente minha mão e me disse: “Fuchida, tenho confiança em você”. Pouco depois levantamos vôo. Nessa primeira leva, íamos com 183 aviões. O meu tinha a parte traseira listada de vermelho e amarelo, para indicar que era o avião do comandante.Às 7h30 estávamos sobre a ponta nordeste da ilha. Nenhum sinal de que os americanos haviam notado nossa aproximação. Às 7h49 dei ordem de ataque e, em menos de duas horas, cumprimos com êxito nossa missão. Antes de retornar ao porta-aviões, lancei duas bombas sobre o USS Maryland. Quatro dias antes, eu havia completado 39 anos. Era casado e tinha filhos, mas dedicava pouco tempo à família por ser um militar.Havia 140 aviões americanos na pista do campo de Aviação Militar de Wheeler, pousados um ao lado do outro e desarmados, e vários navios de guerra (oito encouraçados, três cruzadores e oito destróieres) na baía de Pearl Harbor. Fizemos um arraso. Destruímos dois terços dos aviões, danificamos e afundamos vários navios e provocamos a morte de 2.323 pessoas. A maior parte morreu dentro do Arizona, cuja tripulação era de 1.511 homens, dos quais apenas 324 sobreviveram. A bomba que lançamos sobre o Arizona atravessou o convés e explodiu mais de 450 toneladas de munição.
Perdemos 29 aviões e seus pilotos, bem como nove dos dez tripulantes dos cinco “submarinos de bolso” que deveriam entrar no porto na hora do bombardeio. A missão deles era uma missão suicida. O único que sobreviveu chamava-se Kazuo Sakanaki e tinha 24 anos. Tornou-se o primeiro prisioneiro de guerra japonês.Só depois soubemos do nosso erro fatal: não havíamos destruído os tanques de armazenamento de óleo, onde havia 700 milhões de litros. Sem eles, os americanos seriam obrigados a recuar para a costa continental.

De Pearl Harbor a Hiroshima

Como era de se esperar, no dia seguinte, 8 de dezembro de 1941, os Estados Unidos declararam guerra ao Japão. Três dias depois, graças à aliança que havia entre a Alemanha, a Itália e o Japão, a Alemanha e a Itália declararam guerra aos EUA e vice-versa. Então o conflito bélico iniciado em 1939 na Europa tornou-se mundial, envolvendo mais de cinqüenta países em dois grandes blocos: de um lado, o Eixo, e do outro, os Aliados. Em seis anos, de setembro de 1939 a setembro de 1945, mais de 10 milhões de soldados aliados e cerca de 6 milhões de soldados do Eixo morreram nessa guerra, que custou mais de 1,15 trilhão de dólares.Durante seis meses, mantivemos a supremacia do Japão no Pacífico. Mas não fomos bem-sucedidos no ataque que fizemos à base aeronaval americana nas ilhas Midway, a 1.600 quilômetros a noroeste do Havaí, no início de junho de 1942. O almirante americano Chester Nimitz pôs a pique quatro de nossos porta-aviões e dois cruzadores, obrigando o nosso almirante Isoroku Yanamoto a se retirar. Eu estava presente, mas não pude participar da batalha porque tive uma inesperada apendicectomia a bordo do navio. Uma bomba lançada em meu navio quebrou minhas pernas e me jogou no mar. Fui resgatado e mandado de volta ao Japão.
Por causa de meu estado físico debilitado, não fui enviado a Guadalcanal, que havíamos ocupado e de onde os americanos nos expulsaram em fevereiro de 1943. Talvez Deus tenha me poupado de morrer ali. Aliás, além de meu salvamento quando da batalha de Midway, escapei da morte por um triz quando o combustível do meu avião acabou e tive de fazer um pouso forçado sobre o mar. Estava voltando de um vôo de reconhecimento entre Taiwan e China. Fui parar perto de um brejo.Dois anos e meio depois de Guadalcanal, no dia 6 de agosto de 1945, os americanos lançaram uma bomba atômica em Hiroshima. Eu estivera na cidade para uma conferência militar até o dia anterior. Havia então viajado para Tóquio a chamado do quartel-general da marinha. Três dias depois, outra bomba atômica foi jogada sobre Nagasáqui. Mais de 130 mil japoneses foram mortos — 92 mil em Hiroshima e 40 mil em Nagasáqui. Não tivemos outra saída senão aceitar e assinar as condições de rendição impostas pelo vencedor. Houve uma onda de suicídios no Japão, pois em nossa cultura é melhor morrer do que ser vencido. Três anos, oito meses e 22 dias após o bombardeio de Pearl Harbor, o presidente Harry Truman proclamou a data de 2 de setembro como o Dia da Vitória sobre o Japão.

Do Catecismo de Guerra para a Bíblia

Uma semana depois da rendição do Japão, encerrei minha carreira militar e fixei residência em Kashiwara, perto de Osaka. Estava com 43 anos. Fui trabalhar numa fazenda. Por haver passado 25 anos na marinha, tive muita dificuldade de me adaptar à vida civil. Tornei-me cada vez mais infeliz, especialmente quando começaram a investigar e montar tribunais para julgar crimes de guerra. Embora eu nunca tenha sido acusado, o general Douglas MacArtur me chamou várias vezes para depor. Até então não me importava com a religião. Mas, em contato íntimo com a terra, comecei a pensar em um Deus criador. Nunca fui ateu, mas cresci em ambiente não religioso. Minha ideologia era o “Catecismo de Guerra”.Uma coisa que me impressionava sempre era o fato de eu estar vivo. Dos setenta oficiais que decolaram do porta-aviões Akagi naquela manhã de domingo para atacar Pearl Harbor, eu era o único que sobrevivera à guerra. Então comecei a escrever um livro cujo título seria Chega de Pearl Harbor! Descobri que, para não haver mais guerra na face da terra, o amor deveria tomar o lugar do ódio. O problema era saber quem poderia realizar tamanha transformação.
Nesse estado de espírito, fui a Tóquio para mais um interrogatório. Foi no dia 14 de abril de 1950, cinco anos depois do término da Segunda Guerra Mundial. Quando desci na estação de Shibuya, alguém me deu um folheto com o sugestivo título Eu fui prisioneiro no Japão. Era a história da conversão de um piloto americano que fora obrigado a saltar de pára-quedas, oito anos antes, em área ocupada por japoneses. Preso até o final da guerra, esse homem, chamado Jake Deshazer, teve tempo suficiente para ler a Bíblia. Veio a experimentar uma profunda transformação, manifestada especialmente na troca do ódio pelo amor aos japoneses. Com a libertação, Deshazer teve um período de treinamento nos Estados Unidos e voltou ao Japão, dessa vez como missionário.Essa mensagem viva, poderosa e humana, citando situações e nomes que eu conhecia tão bem, levou-me progressivamente ao mesmo Jesus Cristo de Deshazer. O drama da crucificação de Jesus e uma de suas palavras na cruz, aquela que diz: “Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem” (Lc 23.34), foram decisivos para mim.Senti-me como um daqueles por quem Jesus havia orado. As muitas pessoas que haviam morrido por causa de mim foram imoladas em nome do patriotismo, pois não entendiam o amor que Cristo queria implantar em cada coração. Foi aí que me encontrei com Jesus pela primeira vez. Percebi o significado de sua morte substitutiva e então tive a coragem de orar confessando os meus pecados e pedindo que Ele mudasse a minha vida. De um amargo e desiludido ex-piloto de guerra, eu queria tornar-me um cristão equilibrado e com propósito na vida.Encontrei muita dificuldade e oposição. Alguns amigos da minha família não conseguiram entender nem aceitar minha nova vida. Velhos companheiros de guerra tentaram me persuadir a esquecer aquela “idéia louca”. Não faltou quem me acusasse de oportunismo, alegando que eu havia abraçado o cristianismo somente para impressionar “os nossos vitoriosos americanos”.A princípio, escondi dos outros a minha conversão. Um belo dia, porém, numa das ruas mais movimentadas de Osaka, presenciei uma reunião ao ar livre. O grupo, equipado com um sistema de alto-falantes, estava pregando o evangelho. Não me contive. Pedi a palavra e comecei a contar sobre a minha conversão. Declarei à multidão ali reunida que eu era Mitsuo Fuchida, o homem que havia comandado o ataque aéreo a Pearl Harbor, e que havia me convertido a Jesus Cristo. No dia seguinte, os jornais divulgaram a notícia. Um deles estampou a manchete: “Do Catecismo de Guerra para a Bíblia”. As reações variavam da censura ao aplauso.A partir daí tornei-me um ousado pregador do evangelho no Japão, em outros países da Ásia e até mesmo no Ocidente. Mais tarde fui ordenado pastor presbiteriano.Há poucos dias, numa entrevista para uma revista norte-americana, declarei: “Aqueles que dirigem o Japão — e todas as outras nações — não devem ignorar a mensagem de Jesus Cristo nas décadas que hão de vir. A juventude deve se conscientizar de que Ele é a única esperança para este mundo atribulado.”

domingo, 14 de junho de 2009

CHAMADOS SEGUNDO O PROPÓSITO DE DEUS

"E sabemos que todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito." (Romanos 8 : 28)
Ao lermos este versículo da Bíblia, temos que ter o cuidado de não isolá-lo do resto da Palavra como muitos cristãos fazem.
Muitas pessoas por falta de sabedoria acham que tudo que acontecer com elas é da vontade de Deus, pois se dizem amantes de Deus, só que o Senhor é bem claro em dizer que as coisas contribuem para o bem daqueles que amam a Deus, ou seja nem todos amam a Deus, acho até que a maioria dos cristãos infelizmente não sabem o que é amar a Deus. O Senhor completa o versículo acima dizendo daqueles que são chamados segundo o seu propósito.
O Senhor tem um propósito para os que verdadeiramente O amam.
Quem ama a Deus é chamado de acordo com o propósito Dele.
E como sabemos se alguém ama a Deus?
A resposta é dada pelo próprio Senhor Jesus no evangelho de João:
"Jesus respondeu, e disse-lhe: Se alguém me ama, guardará a minha palavra, e meu Pai o amará, e viremos para ele, e faremos nele morada." (João 14 : 23)
Ama o Senhor aquele que guarda a Sua Palavra, isto é incondicional para Deus, quem não guarda Sua Palavra não O ama e é mentiroso.
"Quem não me ama não guarda as minhas palavras; ora, a palavra que ouvistes não é minha, mas do Pai que me enviou." (João 14 : 24)
Guardar a palavra do pai é o essencial para que Ele se manifeste em nosso favor.
"Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda esse é o que me ama; e aquele que me ama será amado de meu Pai, e eu o amarei, e me manifestarei a ele." (João 14 : 21)
Quem guarda a Palavra de Deus realmente O ama e é chamado segundo o Seu propósito.
Exemplo de como se guarda a Palavra de Deus.
Quando estamos na escola e temos uma prova de alguma matéria para realizar, se estudamos guardamos a matéria e na hora da prova sabemos responder de acordo com que guardamos e somos aprovados.
Da mesma maneira se guardarmos a Palavra de Deus, na hora da provação se agirmos de acordo com ela é porque a guardamos, caso contrário se agirmos diferente da palavra em qualquer situação é porque não estamos guardando-a e para o Senhor não estamos amando-O.
Esta situação é incondicional independente do que pensamos ou sentimos pois está escrito na Palavra, e o que está escrito Nela é a verdade.
Existem cristãos que lêem a Bíblia diariamente, que vão a igreja três, quatro vezes por semana, mas não guardam a Palavra, pois a provação chega e logo agem como um verdadeiro ímpio, estas pessoas demonstram para o Senhor que não O amam.
Amemos ao Senhor guardando Sua palavra e seremos amado Dele e Ele pode nos usar conforme Sua vontade.

Flávio Franklin

sábado, 13 de junho de 2009

VOCÊ QUER O MELHOR?

"Se quiserdes, e obedecerdes, comereis o melhor desta terra." (Isaías 1 : 19)
Nesta passagem da Bíblia, o Senhor é direto em nos dizer que para andarmos felizes e comermos o melhor desta terra, ou seja usufruirmos do melhor que há na terra devemos querer e obedecer a Seus Mandamentos.
Se você é cristão e tem sofrido sendo oprimido, está em depressão, ou nada dá certo para você, então meu irmão é porque há algo de errado com você.
Você pode até estar querendo o melhor, só que talvez você não está obedecendo a Palavra de Deus em algum item, para isto é importante orar ao Senhor e pedir para Ele lhe mostrar onde esta em sua vida algo que possa estar atrapalhando o Senhor de agir em seu favor.
O cristão não pode viver sofrendo, triste como um derrotado, pelo contrario a Palavra diz que os justos tem alegria e abundância de fartura.
"Far-me-ás ver a vereda da vida; na tua presença há fartura de alegrias; à tua mão direita há delícias perpetuamente." (Salmos 16 : 11)
"Mas alegrem-se os justos, e se regozijem na presença de Deus, e folguem de alegria." (Salmos 68 : 3)
Meu irmão, se há algo em sua vida que está deixando você triste, digo que satanás é este algo, o diabo não quer que você viva alegre, ele quer derrotar você, e tenta a todo custo nos afastar do Senhor, da Palavra de Deus, pois se estivermos afastados da Palavra sofreremos.
A Palavra de Deus é nosso refúgio, nossa força e o poder de Deus.
Obedecer a Palavra de Deus inclui tudo o que está escrito nela inclusive a de exercer o poder que o Senhor dá a todos os cristãos. Poder de aniquilar o diabo e todo inferno que se levante em sua vida.
Se obedecermos a Palavra de Deus o diabo foge de nós, ele não tem força contra a Palavra de Deus.
"Eis que vos dou poder para pisar serpentes e escorpiões, e toda a força do inimigo, e nada vos fará dano algum." (Lucas 10 : 19)
"Sujeitai-vos, pois, a Deus, resisti ao diabo, e ele fugirá de vós." (Tiago 4 : 7)
Use o poder da Palavra de Deus que o Senhor nos deu e obedeça completamente e seja muito feliz.

Flávio Franklin

DÊ O LOUVOR A DEUS

“Pois não conquistaram a terra pela sua espada, nem o seu braço os salvou, e sim a tua destra, e o teu braço, e a luz da tua face, porquanto te agradaste deles” (Salmo 44.3).
Por sermos humanos, somos nulos diante do inimigo, porém, o poder de Deus – com a operação dos Seus anjos e a revelação da Sua Palavra – é a nossa salvação, porque tudo conseguiremos com a ajuda dEle. O Altíssimo ajudou Israel porque Se agradou do Seu povo, e o mesmo Ele pode fazer por nós.
A nossa força age em Nome de Jesus. O Mestre nos deu autorização para usá-lO em qualquer situação, e Suas Palavras afirmam que, se determinarmos em Seu Nome, Ele mesmo o fará (João 14.13,14). Então, o que você está esperando? Não está na hora de dar um basta no seu sofrimento, de exigir que o maligno e tudo o que vem dele desapareçam de sua vida? Ele sairá agora, se você, com fé e determinação, mandá-lo embora.
Precisamos preparar-nos para a vitória, pois, já que somos aceitos na família divina como Seus filhos, jamais perderemos batalha alguma, pois Ele mesmo, que Se tem agradado de nós, irá conduzir-nos em triunfo. Não importa o combate que você tenha de travar, lute com fé e confiança, na certeza de que o Todo-Poderoso irá protegê-lo e dar-lhe sucesso em todas as suas lutas. Quem O tiver ao seu lado pode marchar confiante, pois, sem dúvida, voltará com a conquista.
Não espere sentir-se forte para obter a êxito, pois essa preparação não acontece por meio dos sentimentos, mas pela fé. Agora mesmo, a autoridade de Deus, Seus anjos e a Palavra dEle estão esperando a sua ordem para cumprir o querer do Pai. Você é quem decide! Então, seja forte, porque os tímidos na fé jamais verão o Altíssimo em ação. Por outro lado, os que crerem verão a glória divina atuar em seu favor (João 11.40).
Israel, pela sua própria força, jamais teria condições de deixar o Egito; todavia, o Onipotente o ajudou. Por quê? Porque Se agradara daquele povo, e o mesmo se dá com qualquer um de nós. Jesus disse que não foi você quem O escolheu, mas Ele o elegeu para que desse muitos frutos (João 15.16). Ele quer libertá-lo e o fará, neste momento, se você Lhe agradar.
Glorificamos o Nome de Deus quando cremos no que Ele afirma e, decididamente, partimos para a batalha. O Senhor gosta de ver os Seus tomando posse da bênção, comendo do bom e do melhor e desfrutando da vida abundante. Para que isso aconteça, basta tomar a decisão de libertar-se do que o atrapalha e faz sofrer. Decida livrar-se do mal e viver com abundância!

Mensagem do Missionário,
R. R. Soares