quinta-feira, 30 de maio de 2013

COMO PODE SER ISTO?

Disse-lhe Nicodemos: Como pode um homem nascer, sendo velho? Porventura, pode tornar a entrar no ventre de sua mãe e nascer?
João 3.4
A surpresa de Nicodemos com a revelação de Jesus não deve servir de motivo de gracejo, pois, nós também, ao sermos confrontados com alguma revelação das Escrituras, não entendemos determinadas coisas. Se o Senhor não nos ensinar o que está escrito, perderemos muitas bênçãos.
Fomos recriados em Cristo para andar nas boas obras que Ele, de antemão, já nos preparou. Mas o que isso significa? Como será? Quando isso acontecer, ficaremos bem surpresos.
Não compreendo como o Senhor faz, por exemplo, um abdome “murchar” durante uma mensagem, mas já vi isso acontecer na igreja de São Paulo, enquanto pregava.
Naquela ocasião, em minha mensagem, ocorreu-me que deveria dizer que o Deus da Bíblia não é bandido. Então, um senhor, com uma barriga que, segundo ele, batia no joelho (para poder andar, ele usava um tipo de suspensório), sentiu uma alegria tremenda com aquela palavra, e sua barriga voltou ao normal.
Outro caso foi o de Sandra, que se havia acidentado e tido grande parte do corpo queimado. Ela ficou com a mão direita 18cm menor que a esquerda. Era uma sexta-feira, reunião das 14h. Quando terminei a oração, perguntei: “Quem, na galeria, foi curado?”. Ela saltava de alegria. Então, pedi que descesse e nos contasse o que lhe acontecera. Toda emocionada, ela dizia: “Isso é incrível, pois é a primeira vez que venho aqui e recebo um milagre deste”.
Quando eu tinha 11 anos de idade – era filho de um pedreiro, bem pobre mesmo –, vi televisão pela primeira vez. Gostei do que vi na telinha e, então, dei as costas para a TV e fiquei olhando o povo que parecia todo hipnotizado. Assim, como já era de Jesus, eu disse: “Senhor, esse negócio de televisão é bom mesmo. Não tem ninguém falando do Senhor ali. Vou Te fazer uma promessa: se Tu me deres condições, um dia vou estar ali falando de Ti”.
Talvez, ao ouvir algo de Deus que o marcara, você tenha questionado: “Como pode ser isso?”. Bem, os assuntos espirituais revelam-se espiritualmente, pela sabedoria e pelo poder divino. Sei que o Pai celeste está chamando muitos para representá-Lo nos anos que virão. Aquele que for convocado não deve deixar o inimigo enganá-lo, pensando que não tem condições de cumprir a ordem divina; pois, quando o Senhor chama alguém para uma obra, Ele mesmo a fará. É preciso crer.
Quem era Elias que desafiou Acabe? Quem era Davi para lutar contra o leão e o urso e, depois, contra o gigante. Deus já tirou água da rocha, extinguiu a violência do fogo, fechou a boca dos leões e está pronto para operar em todo aquele que crê no que Ele diz.

Mensagem do Missionário R. R. Soares

domingo, 3 de março de 2013

QUANTO MAIS RÁPIDO, MELHOR!

E não escondas o teu rosto do teu servo, porque estou angustiado; ouve-me depressa. Salmo 69.17
Davi sentia o desprezo das pessoas e, ao mesmo tempo, a condenação que lhe dirigiam. Há momentos na vida em que parece que todos se voltam contra nós. Então, a saída é entrar na presença divina e pedir direção. Dessa forma, não há por que o Senhor não nos atender, pois Jesus disse que quem estivesse cansado e sobrecarregado deveria ir a Ele (Mt 11.28), garantindo que daria o alívio. Por isso, não deixe que o problema o torture.
O salmista reconheceu que a falta de conhecimento era o que causava tudo de ruim nele. Isso ocorre com todas as pessoas que têm sido vencidas pelo inimigo. A permanência de problemas na vida de algum filho de Deus mostra que ele desconhece o que a Palavra diz a seu respeito e, por isso, não toma a decisão certa. Agora mesmo, o Altíssimo lhe atenderá se você for a Ele em oração.
O rei precisava ver o rosto do Senhor – e é isso que libertará você. Jesus disse que, se conhecermos a Verdade, Ela nos libertará (Jo 8.32). Então, é preciso buscar a face de Deus – a revelação do que está escrito –, pois, com a iluminação que a divina face nos dará, teremos o poder necessário para expulsar o mal de nós. Peça a Ele que lhe mostre Seu rosto e, assim, você verá a saída do seu problema.
Sem o conhecimento dos seus direitos em Cristo, você não terá como vencer sua luta, pois estará sozinho na batalha. O maligno adora ver cristãos preguiçosos, que não gostam de ler a Bíblia nem de orar. Há filhos de Deus que, todos os dias, passam horas assistindo a filmes na TV, lendo livros, revistas e jornais; porém, só não arranjam tempo para ler a Bíblia. Ora, é nela que está a direção divina.
Quando você entender onde tem errado e o que deve fazer para assumir o que é seu, orará de modo correto. Davi encontrava-se angustiado porque a Escritura ainda não estava plenamente aberta em seus dias – só depois da vinda do Senhor é que isso ocorreu. Hoje, somos privilegiados e, crendo no que nos é dito, podemos exigir a saída de todos os males que nos cercam.
É certo pedir que o Senhor nos ouça depressa, pois a nossa vida passa rapidamente. Afinal, o que não fizermos agora nunca mais será feito. Perder tempo é um prejuízo que jamais recuperaremos. Contudo, jamais se apresse em fazer coisa alguma. Espere primeiro o Senhor lhe falar e, então, com calma e decididamente, dê a sua ordem.
Seja forte, intrépido e valente. Vá ao Pai celestial agora mesmo em oração e peça tudo o que quiser. Depois, fique vigiando, pois Ele lhe falará pela Sua Palavra, e, com isso, você terá o poder para fazer a sua libertação.
Mensagem do Missionário,
R. R. Soares

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

LEVAR JESUS COMO ESTÁ!


"E eles, deixando a multidão, o levaram consigo, assim como estava, no barco; e havia também com ele outros barquinhos."  (Marcos 4 : 36).

Os discípulos do Senhor, mesmo com pouca fé, nesta passagem em que a tempestade os assustou estando eles no barco ao atravessarem de um lado ao outro, fizeram algo que todos nós devemos fazer que é: LEVAR JESUS CONOSCO COMO ESTÁ.
Muitas vezes ao passarmos por dificuldades, levamos o Senhor conosco em nosso barco, porém cometemos o erro de não o levarmos como Ele está, ou seja, os discípulos levaram Jesus consigo, assim como estava. Mas como estava Jesus? Simples, Ele estava como Ele é. E como Ele é? Mais simples ainda, Ele é como a escritura sagrada diz.
Precisamos conhecer o Senhor Jesus, para que ao passarmos por problemas, agirmos como os discípulos que não deixaram o Senhor e ainda o levaram como Ele é.
Ao passarmos por problemas, não importa quais, temos a tendência em moldarmos um Jesus para nós, não o das escrituras, mas um especial, criados em nosso desejo, um Jesus do jeito que achamos ser melhor do que o verdadeiro e único é.
Devemos crer que o Senhor é o que é, e o que Ele é está revelado na Palavra de Deus, e não em tradições ou conhecimentos humanos ou teológicos. Sofre muito o povo de Deus que não leva o Senhor Jesus em suas vidas como Ele é realmente, no contrário alegra-se muito, aqueles que em suas vidas levam o Senhor Jesus como Ele é.
MARCOS 4
37  E levantou-se grande temporal de vento, e subiam as ondas por cima do barco, de maneira que já se enchia.
38  E ele estava na popa, dormindo sobre uma almofada, e despertaram-no, dizendo-lhe: Mestre, não se te dá que pereçamos?
39  E ele, despertando, repreendeu o vento, e disse ao mar: Cala-te, aquieta-te. E o vento se aquietou, e houve grande bonança.
40  E disse-lhes: Por que sois tão tímidos? Ainda não tendes fé?
Por que sois tão tímidos? Ainda não tendes fé? Timidez significa medo, uma pessoa tímida tem medo de tudo.
Ao verem Jesus dormindo sobre uma almofada, no meio de uma tempestade, onde o barco enchia de água, os discípulos agiram sem fé, como muitas vezes agimos, pois se o Senhor criador dos céus, da terra, de tudo que há, inclusive tem autoridade sobre o mar, o vento, a tempestade, estava dormindo, então o que os discípulos deveriam ter feito, se tivessem fé? Dormir também é claro, pois o Deus verdadeiro estava com eles, então jamais o barco iria afundar, só se Deus fosse suicida, isso é ridículo.
Irmãos na fé em Jesus Cristo levem o Senhor Jesus em seu barco, em sua vida, mas levem como Ele é, então poderemos dormir tranqüilos diante das tempestades e chegarmos ao outro lado são e salvos, sem nem percebemos tais dificuldades.
Os discípulos que não tinham fé nesta ocasião, aprenderam e no decorrer da vida deles foram maravilhosamente usados pelo Senhor. E nós? Estamos aprendendo?
"E sentiram um grande temor, e diziam uns aos outros: Mas quem é este, que até o vento e o mar lhe obedecem?"  (Marcos 4 : 41)
Mesmo sem saberem quem era na verdade Jesus, os discípulos o viram repreendendo o vento e ordenando o mar que se acalmasse, mas isso aconteceu porque eles o levaram consigo, como estava.
Se não levarmos o Senhor Jesus conosco e como Ele é, o vento, o mar, a tempestade não vão passar!

Flávio Franklin.

sábado, 5 de janeiro de 2013

DOIS SEGREDOS QUE NÃO MUDARAM

Assim diz o SENHOR: Mantende o juízo e fazei justiça, porque a minha salvação está prestes a vir, e a minha justiça, a manifestar-se. Bem-aventurado o homem que fizer isso, e o filho do homem que lançar mão disso, que se guarda de profanar o sábado e guarda a sua mão de perpetrar algum mal. Isaías 56.1,2

Uma grande notícia do Evangelho é que o diabo já foi expulso da posição que havia usurpado, quando enganou Adão, nosso primeiro pai. Jesus garantiu que havia chegado a hora do juízo deste mundo e, por isso, o príncipe deste mundo seria expulso (Jo 12.31), o que ocorreu no sacrifício do Senhor. Agora, Satanás não pode mais invadir sua vida e escravizar você. Isso só acontecerá se você deixar.
Deus já fez o julgamento do diabo: ele foi condenado (Jo 16.11); por isso, o maligno não tem mais condições de se levantar. Os que aceitam Jesus como Senhor de suas vidas e se entregam a Ele não precisam temer os poderes das trevas, pois lhes foi dada autoridade para pisar os piores demônios e também todo o poder do inimigo (Lc 10.19). A nossa salvação é a mais viva realidade.
Existem muitos cristãos sofrendo desnecessariamente pelo fato de não terem sido ensinados que a morte de Cristo os libertou de toda a opressão do Inferno. São pessoas que vivem doentes, ou dominadas por pecados e demais erros; contudo, quando aprendem o que lhes pertence em Cristo, elas passam a exercer o poder que lhes foi concedido sobre o reino do mal e, desse modo, começam a desfrutar do melhor de Deus.
Como filhos de Deus, devemos fazer uso dos nossos direitos em Jesus. Com isso, estaremos praticando os nossos atos de justiça. Na eternidade, haveremos de ver o Senhor Jesus vestido de linho fino, puro e resplandecente. Ora, isso fala muito a nosso respeito, pois o linho fino são as justiças que praticamos (Ap 19.8). Então, não deixe de assumir o que lhe pertence no Senhor.
Além disso, ao nascermos de novo, por termos aceitado Cristo como Salvador e Senhor da nossa vida, passamos a ser a justiça de Deus. Ora, isso foi feito pelo nosso Pai, que, apesar de nunca ter conhecido o pecado, fez Seu Filho tornar-Se pecado por nós. Tudo isso foi realizado para que fôssemos a Sua justiça (2 Co 5.21). Não somos meros pecadores perdoados, mas a justiça divina em Cristo Jesus, nosso Senhor.
Não se dobre diante de tentação alguma. Você tem todas as condições de se livrar do seu sofrimento agora. Em Cristo, Deus o fez ser a justiça dEle; por isso, não se sujeite mais às pressões infernais. Neste momento, erga-se em Nome de Jesus e assuma seu lugar no Reino dos Céus. Então, você verá que o que exigir em Nome de Jesus será feito pelo poder de Deus.

Mensagem do Missionário,
R.R. Soares.

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

As estratégias que satanás usa contra o homem


Texto: 1 Pedro 5:8 Sede sóbrios; vigiai; porque o diabo, vosso adversário, anda em derredor, bramando como leão,
buscando a quem possa tragar;


Tema: As estratégias que satanás usa contra o homem

Introdução: No texto que acabamos de ler o apostolo Pedro, chama a nossa atenção a respeito do nosso adversário, o apostolo nos alerta para sermos sóbrios, vigilantes, atentos, espertos a ficarmos de olho aberto quanto à astucia as estratégias e forma de operar do nosso inimigo, tenho podido reparar que de uma maneira geral as igrejas os pastores tem se preocupado em ensinar as suas ovelhas a aprenderem como receber favores de Deus de como alcançar prosperidade financeira de como prosperar em seus negócios enfim de como receber de Deus, mas, temos deixado de ensinar as nossas ovelhas a reconhecer uma cilada do nosso inimigo, que é astuto, que é cheio de artimanhas, ele gosta de ludibriar enganar as pessoas para que ele possa chegar e tragar a vida da pessoa. Muitos tem uma visão errada sobre satanás. Alguns pensam que o diabo é um ser totalmente inofensivo, como um leão velho e desdentado ou uma serpente sem veneno. Há outros que acham que o diabo jamais pode oferecer qualquer ameaça ou perigo para o crente. Alguns pensam que a igreja está ilesa a todo o ataque do adversário. Nesta noite vamos falar sobre o tema As estratégias que satanás usa contra o homem, vamos ver quais são as suas estratégias e como podemos nos defender e alcançar a vitoria.
1 – Ele faz com que as pessoas duvidem da sua existência.
Quantas e quantas vezes eu ouço pessoas dizerem o diabo não existe, isto é historia, o diabo não existe, não existe inferno, o inferno é aqui mesmo esta estratégia esta funcionando bem, pois enquanto as pessoas acham que ele não existe ele vai trabalhando e afundando cada vez mais a pessoa, pois se a pessoa não acredita no diabo ele também tem duvidas a respeito da existência de Deus, o que a pessoa não entende quando ela diz que o inferno é aqui é que: o que nos acontece tanto de bom ou de ruim é o fruto das nossas decisões a lei da semeadura que o apostolo Paulo fala em Gálatas tudo o que o homem plantar isto também ele colherá.
2 . ELE FURTA A PALAVRA DOS CORAÇÕES.
Jesus contou a parábola do semeador que saiu a semear (Mt 13.1-23). A semente que caiu à beira do caminho foi pisada pelos homens e comida pelas aves do céu (Lc 8.5). Jesus, interpretando a parábola, disse que essas aves simbolizam o diabo, que vem e arrebata a palavra do coração para que a pessoa não creia nem seja salva (Lc 8.12).
Aquela mensagem que fere o coração, que revela ao homem sua indignidade e a hediondez do seu pecado, que mostra a necessidade urgente de seu arrependimento e a inevitabilidade do juízo, essa é a mensagem que o homem pisa, pois ela golpeia o seu orgulho e o humilha até o pó. Dessa mensagem o diabo tem medo e faz de tudo para furtá-la do coração do homem.
3. ELE SEMEIA JOIO NO MEIO DO TRIGO.
Jesus fala que, enquanto os filhos do reino estavam dormindo, veio o diabo e semeou o joio, filhos do maligno, no meio do trigal de Deus, a igreja (Mt 13.24-30, 36-43). O diabo age aqui não de fora para dentro, mas de dentro para fora. Ele colocou os seus agentes dentro da igreja. Pessoas com aparência de crentes, com o nome de crente, usando jargões de crente, mas na verdade são filhos do maligno. Estão na igreja, são membros da igreja, mas pertencem ao reino das trevas, são filhos do diabo; preste atenção ao fato de que o diabo semeou seus filhos no meio da igreja, porque esta estava dormindo. Enquanto a igreja dorme, o diabo trabalha.
4. ELE INTERCEPTA A RESPOSTA ÀS ORAÇÕES DOS SANTOS.
Daniel, vivendo na Babilônia, sob o governo de Ciro, rei da Pérsia, estava orando e jejuando durante 21 dias. A Bíblia diz que Deus ouviu e deferiu a oração de Daniel desde o primeiro dia em que o profeta dirigiu aos céus a sua oração. Todavia, o anjo mensageiro que trazia a resposta ao profeta foi interceptado no caminho. Foi preciso que o arcanjo Miguel saísse em ajuda ao anjo mensageiro, para que Daniel recebesse a resposta. Nós provocamos grandes reações no reino espiritual quando nos colocamos de joelhos para orar. O diabo treme quando vê um santo de joelhos. Quando a igreja ora, os céus se movem, o inferno treme, e coisas novas acontecem na terra. Nenhuma igreja pode estar preparada para a batalha espiritual se não tem uma vida de oração. As orações são os mísseis que atiramos contra o arraial do inimigo, desarmando suas ciladas e neutralizando suas estratégias. Quando a igreja permanece na oração, os anjos de Deus se agitam nas regiões celestes, guerreando em nosso favor.
5. ELE OPRIME PESSOAS COM ENFERMIDADES.
A Bíblia faz referência a algumas pessoas que o diabo oprimiu com enfermidade: é o caso de Jó, da mulher, filha de Abraão, que andou encurvada dezoito anos, (Lc 13.10-17), com um espírito de enfermidade, e de outras pessoas com surdez, mudez e loucura. As pessoas que sofrem dessas enfermidades precisam ser libertas do jugo do diabo. Foi isso que Jesus fez com aquela pobre mulher que andava cabisbaixa durante dezoito anos. Há pessoas que vivem debaixo desse terrível cativeiro de uma enfermidade provocada pela ação do maligno. Precisamos ter discernimento para não cairmos no pecado dos amigos de Jó, que viram a sua grave enfermidade procedente das mãos de Deus. Mas, quando lemos o livro de Jó, descobrimos que por trás de todo aquele espetáculo de sofrimento e dor estava a mão iníqua de Satanás. E o Senhor permitiu toda aquela tragédia na vida de Jó para que Satanás saísse derrotado e Jó mais fortalecido.
6. ELE ATORMENTA AS PESSOAS EM CUJO CORAÇÃO NÃO HÁ ESPAÇO PARA O PERDÃO.
Quem não perdoa não tem paz. Quem guarda mágoa no coração e nutre ressentimento na alma vive atormentado (Mt 18.23-35). Paulo, em Efésios 4.26 e 27, diz que a ira é uma porta de acesso que o diabo encontra para atormentar a vida de alguém. Quando uma pessoa agasalha a mágoa e o ressentimento no coração, tornando-se azeda de ódio, o diabo assume controle de sua vida para lhe causar grandes danos. Jesus diz que o grande segredo para ministrarmos o perdão aos nossos devedores e aos nossos ofensores é reconhecer a grandeza do perdão que recebemos de Deus.
7. ELE AGE NA DISSEMINAÇÃO DE ENSINOS FALSOS.
Paulo fala que nos últimos dias muitos obedeceriam a ensinos de demônios (1 Tm 4.1). O diabo é um grande inventor de religiões. É o pai de muitas doutrinas geradas nas sucursais do inferno, para desviar as pessoas da verdade. É o pai da mentira, que não suporta a verdade. Ele trabalha incansavelmente para criar novas doutrinas, novos credos, novas religiões. Temos de gritar como Isaías: “[...] à lei e ao testemunho! Se eles não falarem assim jamais verão a alva’’
(Is 8.20).
8. ELE ATACA A MENTE DOS HOMENS.
O diabo insinua dúvidas com respeito à veracidade da Palavra de Deus (Gn 3.1). Põe na mente das pessoas a falsa compreensão de que o caminho da cruz poderia ser evitado sem afetar em nada a nossa salvação (Mt 16.21-23). Também atira sobre as pessoas seus dardos inflamados, colocando na mente delas pensamentos impuros e malignos. A mente é um campo de guerra, em que o inimigo peleja incansavelmente.
Mas, como vencer o diabo?
1. REVISTA-SE DO PODER DE DEUS (EF 6.10). Efésios 6.10 nos fala da necessidade de poder. Quando olhamos para a igreja de hoje, constatamos algo de errado. A igreja está fraca, os crentes estão sem autoridade. Estamos como os discípulos de Jesus no sopé do monte da transfiguração; impotentes diante da terrível manifestação do diabo. Para confrontar o poder das trevas, precisamos do poder de Deus. Jesus disse que o poder para confrontar o maligno só se consegue com oração e jejum.
2. USE DE TODA A ARMADURA DE DEUS (EF 6.11,13). Paulo fala de sete peças dessa armadura. Sete é o numero da perfeição. É preciso revestir-se de TODA a armadura de Deus: 1. O cinto da verdade; 2. A couraça da justiça; 3. Os pés calçados com a preparação do Evangelho da paz; 4. O escudo da fé; 5. O capacete da salvação; 6. A espada do Espírito; 7. A oração. Se você deixar de usar uma dessas peças da armadura, não terá vitória nessa guerra espiritual.
3. MANTENHA VIGILÂNCIA CONSTANTE (EF 6.11). Ficar firme contra as ciladas é ficar atento, de olhos abertos, vigiando a todo instante. É ficar de prontidão para o combate.
4. NÃO CEDA ÀS PRESSÕES (EF 6.13). Se não estivermos atentos, corremos o risco de ficar revoltados e amargurados com Deus ao nos deparar com o dia mau. Precisamos ter discernimento para não cair nessa cilada do diabo.
5. NÃO ABRA GUARDA DEPOIS DE UMA VITÓRIA (EF 6.13). A nossa luta continuará até que o diabo seja lançado no lago do fogo. Enquanto aqui estivermos, viver é lutar.

Fonte: Portal Padom

segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Eu irei adiante de ti, e endireitarei os caminhos tortos; quebrarei as portas de bronze e despedaçarei os ferrolhos de ferro. Isaías 45.2


Não tente enfrentar o inimigo com as suas forças, pois o Senhor fará isso por você com todo o poder que possui. Se houver caminhos tortuosos em sua vida, e, provavelmente, há muitos, Ele disse que os endireitará. Deixe que Deus cumpra o que prometeu e, desse modo, ainda que demore algum tempo e seja preciso retirar pedras que bloqueiam você, Ele quebrará qualquer porta de bronze e despedaçará os ferrolhos de ferro.
Quando o Altíssimo tiver terminado a primeira obra, Ele nos dará os tesouros escondidos. A verdade é que há muito mais no Evangelho do que imaginamos – coisas que os servos do passado desejaram conhecer, mas não lhes foi permitido. A vida com Jesus é muito mais que interessante; é a mais pura realidade espiritual. O Senhor nos tem feito conhecer o Pai e, com isso, concedido a nós os tesouros que nos realizam por completo.
Além desses tesouros, existem também as riquezas encobertas. Quando a graça divina o alcançou, o Senhor o fez participar delas, com as quais você pode endireitar o seu caminho e levantar a cabeça para olhar o que Ele colocou adiante de você. Sem tirar os olhos do Filho de Deus, terá acesso às riquezas da graça divina. Com a presença do Altíssimo em sua vida, será levantado para assumir tudo o que lhe pertence em Cristo.
Tudo isso lhe é dado com um propósito: saber que Ele é o Senhor, o Deus de Israel. No dia em que você tiver esse entendimento, sua vida se transformará por completo. Deus não o chama pelo apelido que o diabo lhe dá, o de derrotado, mas, sim, pelo seu verdadeiro nome, vencedor. Portanto, não se deixe abater pelos problemas do dia a dia, mas viva a Palavra que o Altíssimo lhe envia de modo intenso e abundante.
O Senhor faz tudo isso por amor a Jesus, que amou você a ponto de morrer para comprá-lo para Seu Pai. Ele lhe deu o nome de vencedor e sobrenome de vitorioso. Você O conhecerá na proporção que passar a confiar integralmente em Sua Palavra. Quanto mais se aproximar da Sua presença, mais se tornará envolvido por ela; com isso, estará armado para fazer a diferença que deve haver entre você e o ímpio.
O eterno Deus quer que você O conheça como o Senhor. Nem de longe aceite o pensamento de que Ele não lhe pode dar o que prometeu. O Altíssimo disse que fará mais do que isso, pois até os desejos do seu coração Ele suprirá (Sl 37.4). Não há quem possa impedi-Lo de agir em seu favor. O Senhor promete vesti-lo da autoridade necessária. Tudo isso para que você possa conhecê-Lo como o Deus que o ama e deseja ser o Seu companheiro em tudo.

Mensagem do Missionário,
R. R. Soares

domingo, 23 de dezembro de 2012

É a Bíblia verdadeiramente a Palavra de Deus?


Pergunta: "É a Bíblia verdadeiramente a Palavra de Deus?"

Resposta: Nossa resposta a esta pergunta não irá apenas determinar como vemos a Bíblia e sua importância para nossas vidas, mas também, ao final, provocar em nós um impacto eterno. Se a Bíblia é de fato a palavra de Deus, devemos então estimá-la, estudá-la, obedecer-lhe e nela confiar. Se a Bíblia é a Palavra de Deus, dispensá-la, então, é dispensar o próprio Deus.

O fato de que Deus nos deu a Bíblia é evidência e exemplo de Seu amor por nós. O termo “revelação” significa simplesmente que Deus comunicou à humanidade como Ele é e como nós podemos ter um correto relacionamento com Ele. São coisas que não poderíamos saber se Deus, na Bíblia, não as tivesse revelado divinamente a nós. Embora a revelação de Deus sobre Si mesmo tenha sido dada progressivamente, ao longo de aproximadamente 1500 anos, ela sempre conteve tudo que o homem precisava saber sobre Deus para com Ele ter um bom relacionamento. Se a Bíblia é realmente a Palavra de Deus, é portanto a autoridade final sobre todas as questões de fé, prática religiosa e moral.

A pergunta que devemos fazer a nós mesmos é: como podemos saber que a Bíblia é a Palavra de Deus e não simplesmente um bom livro? O que é único sobre a Bíblia que a separa de todos os outros livros religiosos já escritos? Existe alguma evidência de que a Bíblia é realmente a Palavra de Deus? Estes são os tipos de perguntas que merecem análise se formos seriamente examinar a afirmação bíblica de que a Bíblia é a verdadeira Palavra de Deus, divinamente inspirada, e totalmente suficiente para todas as questões de fé e prática.

Não pode haver dúvida sobre o fato de que a própria Bíblia afirma ser a verdadeira Palavra de Deus. Tal pode ser claramente observado em versículos como 2 Timóteo 3:15-17, que diz: “... desde a infância, sabes as sagradas letras, que podem tornar-te sábio para a salvação pela fé em Cristo Jesus. Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra.”

A fim de responder a estas perguntas, devemos observar tanto as evidências internas quanto as evidências externas de que a Bíblia é mesmo a Palavra de Deus. Evidências internas são aquelas coisas do interior da Bíblia que testificam sua origem divina. Uma das primeiras evidências internas de que a Bíblia é a Palavra de Deus é a sua unidade. Apesar de, na verdade, ser composta de sessenta e seis livros individuais, escritos em três continentes, em três diferentes línguas, durante um período de aproximadamente 1500 anos, por mais de 40 autores (que tinham profissões diferentes), a Bíblia permanece como um livro unificado desde o início até o fim, sem contradições. Esta unidade é singular em comparação a todos os outros livros e é evidência da origem divina das palavras, enquanto Deus moveu homens de tal forma que registraram as Suas palavras.

Outra evidência interna que indica que a Bíblia é a Palavra de Deus é observada nas profecias detalhadas contidas em suas páginas. A Bíblia contém centenas de detalhadas profecias relacionadas ao futuro de nações individuais, incluindo Israel, ao futuro de certas cidades, ao futuro da humanidade, e à vinda de um que seria o Messias, o Salvador, não só de Israel, mas de todos que Nele cressem. Ao contrário de profecias encontradas em outros livros religiosos, ou das profecias feitas por Nostradamus, as profecias bíblicas são extremamente detalhadas e nunca falharam em se tornar realidade. Há mais de trezentas profecias relacionadas a Jesus Cristo apenas no Antigo Testamento. Não apenas foi predito onde Ele nasceria e de qual família viria, mas também como Ele morreria e que ressuscitaria ao terceiro dia. Simplesmente não há maneira lógica de explicar as profecias cumpridas da Bíblia a não ser por origem divina. Não existe outro livro religioso com a extensão ou o tipo de previsão das profecias que a Bíblia contém.

Uma terceira evidência interna da origem divina da Bíblia é notada na sua autoridade e poder únicos. Enquanto esta evidência é mais subjetiva do que as duas evidências anteriores, ela não é nada menos do que testemunho poderoso da origem divina da Bíblia. A Bíblia tem autoridade única, que não se parece com a de qualquer outro livro já escrito. Esta autoridade e poder podem ser vistos com mais clareza pela forma como inúmeras vidas já foram transformadas pela leitura da Bíblia. Curou viciados em drogas, libertou homossexuais, transformou a vida de pessoas sem rumo, modificou criminosos de coração duro, repreende pecadores, e sua leitura transforma o ódio em amor. A Bíblia possui um poder dinâmico e transformador que só é possível por ser a verdadeira Palavra de Deus.

Além das evidências internas de que a Bíblia é a Palavra de Deus, existem também evidências externas que indicam isto. Uma destas evidências é o caráter histórico da Bíblia. Como a Bíblia relata eventos históricos, a sua veracidade e precisão estão sujeitas à verificação, como qualquer outro documento histórico. Através tanto de evidências arqueológicas quanto de outros documentos escritos, os relatos históricos da Bíblia foram várias vezes comprovados como verdadeiros e precisos. Na verdade, todas as evidências arqueológicas e encontradas em manuscritos que validam a Bíblia a tornam o melhor livro documentado do mundo antigo. O fato de que a Bíblia registra precisa e verdadeiramente eventos historicamente verificáveis é uma grande indicação da sua veracidade ao lidar com assuntos religiosos e doutrinas, ajudando a substanciar sua afirmação em ser a Palavra Deus.

Outra evidência externa de que a Bíblia é a Palavra de Deus é a integridade de seus autores humanos. Como mencionado anteriormente, Deus usou homens vindos de diversas profissões e ofícios para registrar as Suas palavras para nós. Estudando as vidas destes homens, não há boa razão para acreditar que não tenham sido homens honestos e sinceros. Examinando suas vidas e o fato de que estavam dispostos a morrer (quase sempre mortes terríveis) pelo que acreditavam, logo se torna claro que estes homens comuns, porém honestos, realmente criam que Deus com eles havia falado. Os homens que escreveram o Novo Testamento e centenas de outros crentes (1 Coríntios 15:6) sabiam a verdade da sua mensagem porque haviam visto e passado tempo com Jesus Cristo depois que Ele ressuscitou dentre os mortos. A transformação ao ter visto o Cristo Ressuscitado causou tremendo impacto nestes homens. Eles passaram do “esconder-se com medo” ao estado de “disposição a morrer pela mensagem que Deus lhes havia revelado”. Suas vidas e mortes testificam o fato de que a Bíblia é verdadeiramente a Palavra de Deus.

Uma última evidência externa de que a Bíblia é verdadeiramente a Palavra de Deus é seu “caráter indestrutível”. Por causa de sua importância e de sua afirmação em ser a Palavra de Deus, a Bíblia sofreu mais ataques e tentativas de destruição do que qualquer outro livro na história. Dos primeiros imperadores romanos como Diocleciano, passando por ditadores comunistas e até chegar aos ateus e agnósticos modernos, a Bíblia resistiu e permaneceu a todos os seus ataques e continua sendo o livro mais publicado no mundo hoje.

Através dos tempos, céticos tiveram a Bíblia como mitológica, mas a arqueologia a estabeleceu como histórica. Seus oponentes atacaram seus ensinamentos como sendo primitivos e desatualizados, porém estes, somados a seus conceitos morais e legais, tiveram uma influência positiva em sociedades e culturas do mundo todo. Ela continua a ser atacada pela ciência, psicologia e por movimentos políticos, mas mesmo assim permanece tão verdadeira e relevante como quando foi escrita. Ela é um livro que transformou inúmeras vidas e culturas através dos últimos 2000 anos. Não importa o quanto seus oponentes tentem atacá-la, destruí-la ou fazer com que perca sua reputação, a Bíblia permanece tão forte, verdadeira e relevante após os ataques quanto antes. A precisão com que foi preservada, apesar de todas as tentativas de corrompê-la, atacá-la ou destruí-la é o testemunho claro do fato de que a Bíblia é verdadeiramente a Palavra de Deus. Não deveria ser surpresa para nós que, não importa o quanto seja atacada, ela sempre volta igual e ilesa. Afinal, Jesus disse: “Passará o céu e a terra, mas as minhas palavras não passarão” (Marcos 13:31). Após observar as evidências, qualquer um pode dizer sem dúvida nenhuma que “Sim, a Bíblia é verdadeiramente a Palavra de Deus.”

Site: http://www.godresources.org/portuguese/3-bible-reliability/

sábado, 22 de dezembro de 2012

Jesus é Deus?


Você já encontrou uma pessoa que é o centro das atenções onde quer que vá? Alguma característica misteriosa e indefinível o distingue de todas as outras pessoas. Pois foi isso que aconteceu dois mil anos atrás com Jesus Cristo. Porém não foi simplesmente a personalidade de Jesus que cativou aqueles que o ouviam. Aqueles que puderem ouvir suas palavras e observar sua vida nos dizem que existia algo em Jesus de Nazaré que era diferente de todas as outras pessoas.
A única credencial de Jesus era ele mesmo. Ele nunca escreveu um livro, comandou um exército, ocupou um cargo político ou teve uma propriedade. Normalmente ele viajava se afastando somente alguns quilômetros do seu vilarejo, atraindo multidões impressionadas com suas palavras provocativas e seus feitos impressionantes.
Ainda assim, a magnitude de Jesus era óbvia para todos aqueles que o viram e ouviram. E enquanto a maioria das grandes personalidades históricas desaparece nos livros, Jesus ainda é o foco de milhares de livros e controvérsias sem paralelos na mídia. Grande parte dessas controvérsias envolvem as afirmações radicais que Jesus fez sobre si mesmo, afirmações que espantaram tanto seus seguidores quanto seus adversários.
Foram principalmente as afirmações únicas de Jesus que fizeram com que ele fosse considerado uma ameaça pelas autoridades romanas e pela hierarquia judaica. Embora fosse um estranho sem credenciais ou força política, em apenas três anos Jesus foi capaz de mudar a história dos mais de 20 séculos seguintes. Outros líderes morais e religiosos influenciaram a história, mas não como o filho de um carpinteiro desconhecido de Nazaré.
Qual era a diferença de Jesus Cristo? Ele era apenas um homem de grande valor ou era algo mais?
Essas perguntas nos levam ao cerne do que Jesus realmente era. Alguns acreditam que ele era simplesmente um grande professor de moral, já outros pensam que ele foi simplesmente o líder da maior religião do mundo. Porém muitos acreditam em algo muito maior. Os cristãos acreditam que Deus nos visitou em forma humana, e acreditam que há evidências que provam isso.
Após analisar com cuidado a vida e as palavras de Jesus, C.S. Lewis, antigo cético e professor de Cambridge, chegou a uma espantosa conclusão, que alterou o rumo de sua vida. Então quem é Jesus de verdade? Muitos dirão que Jesus foi um grande professor de moral. Ao analisarmos mais cuidadosamente a história do homem que causa mais controvérsias em todo o mundo, primeiramente devemos perguntar: será que Jesus foi simplesmente um grande professor de moral?

Jesus é Deus?

Grande professor de moral?

Mesmo os membros de outras religiões acreditam que Jesus foi um grande professor de moral. O líder indiano Mahatma Gandhi falava muito bem sobre a integridade e as palavras sábias de Jesus.[1]
Da mesma forma, o estudioso judeu Joseph Klausner escreveu, “Admite-se mundialmente… que Cristo ensinou a ética mais pura e sublime… que joga nas sombras os preceitos e as máximas morais dos mais sábios homens da antiguidade.”[2]
O Sermão do Monte de Jesus foi considerado o maior de todos os ensinamentos sobre ética humana já feito por uma pessoa. De fato, muito do que conhecemos atualmente como “direitos iguais” é resultado dos ensinamentos de Jesus. O historicista Will Durant, que não é cristão, disse a respeito de Jesus: “Ele viveu e lutou persistentemente por ‘direitos iguais’, e nos tempos modernos teria sido mandado para a Sibéria. ‘O maior dentre vós será vosso servo’ é a inversão de toda a sabedoria política, de toda a sanidade.”[3]
Muitos, como Gandhi, tentaram separar os ensinamentos de Jesus sobre ética de suas afirmações a respeito de si mesmo, acreditando que ele era simplesmente um grande homem que ensinava grandes princípios morais. Essa foi a abordagem de um dos Pais Fundadores dos Estados Unidos, o presidente Thomas Jefferson, que editou uma cópia do Novo Testamento retirando as partes que considerava que se referiam à divindade de Jesus e deixando as partes a respeito do ensinamento morais e éticos.[4] Jefferson carregava consigo essa versão editada do Novo Testamento, reverenciando Jesus como o maior professor de moral de todos os tempos.
De fato, as memoráveis palavras de Jefferson na Declaração de Independência tiveram como base os ensinamentos de Jesus de que toda pessoa é de imensa e igual importância perante Deus, independente de sexo, raça ou status social. O famoso documento diz: “Consideramos estas verdades como evidentes por si mesmas, que todos os homens são criados iguais, dotados pelo Criador de certos direitos inalienáveis…”.
Mas Jefferson não respondeu uma pergunta: Se Jesus afirmou incorretamente ser Deus, ele não poderia ter sido um bom professor de moral. No entanto, Jesus de fato afirmou sua divindade? Antes de observarmos o que Jesus afirmou, precisamos analisar a possibilidade de ele ter sido simplesmente um grande líder religioso.

Jesus é Deus?

Grande líder religioso?

Surpreendentemente, Jesus jamais afirmou ser um líder religioso. Ele nunca se envolveu com políticas religiosas ou promoveu agressivamente suas causas, além de atuar quase sempre fora de locais religiosos.
Ao comparar Jesus com outros grandes líderes religiosos, uma notável distinção aparece. Ravi Zacharias, que cresceu na cultura hindu, estudou religiões do mundo todo e notou uma diferença fundamental entre Jesus Cristo e os criadores de outras grandes religiões.
“Em todos esses, existe uma instrução, um modo de viver. Não é Zaratustra quem você consulta, é Zaratustra quem você escuta. Não é Buda que o liberta, são as Nobres Verdades que o instruem. Não é Maomé que o transforma, é a beleza do Corão que o lisonjeia. No entanto, Jesus são somente ensinou ou expôs sua mensagem. Ele era a sua própria mensagem”.[5]
A verdade na afirmação de Zacharias é ressaltada pelas diversas vezes nos Evangelhos em que os ensinamentos de Jesus foram simplesmente “Venha a mim”, “Siga-me” ou “Obedeça-me”. Além disso, Jesus deixou claro que sua principal missão era perdoar os pecados, algo que somente Deus poderia fazer.
Em As maiores religiões do mundo, Huston Smith apontou: “Somente duas pessoas surpreenderam tanto seus contemporâneos a ponto de provocarem a pergunta ‘O que é ele?’ em vez de ‘Quem é ele?’. Essas duas pessoas foram Jesus e Buda. As respostas de Jesus e Buda para essa pergunta foram exatamente opostas. Buda disse claramente que ele era um simples mortal, e não um deus, quase que como se estivesse prevendo futuras tentativas de adoração. Jesus, por outro lado, afirmou… ser divino.”[6]
E isso nos leva à questão do que Jesus realmente afirmou sobre si mesmo: Jesus afirmou ser divino?

Jesus é Deus?

Jesus afirmou ser Deus?

Então o que convence muitos estudiosos de que Jesus afirmou ser Deus? O autor John Piper explica que Jesus reivindicou poderes que pertenciam exclusivamente a Deus.
“… os amigos e inimigos de Jesus ficavam espantados constantemente com suas palavras e ações. Ao andar pelas estradas, aparentando ser uma pessoa qualquer, ele virava e dizia coisas como “Antes de Abraão nascer, Eu Sou” ou “Quem me vê, vê o Pai”. Ou, com muita calma, depois de ser acusado de blasfêmia, ele dizia: ‘O Filho do homem tem na terra autoridade para perdoar pecados’. Para os mortos ele simplesmente dizia ‘Apareçam’ ou ‘Ergam-se’. E eles obedeciam. Para as tempestades ele dizia ‘Acalmem-se’. E para um pedaço de pão ele dizia ‘Transforme-se em mil refeições’. E tudo acontecia imediatamente”.[7]
Mas o que Jesus realmente queria dizer com tais afirmações? É possível que Jesus tenha sido meramente um profeta como Moisés, Elias ou Daniel? Mesmo uma leitura superficial dos Evangelhos nos mostra que Jesus afirmou ser mais do que um profeta. Nenhum outro profeta fez afirmações desse tipo sobre si mesmo, de fato nenhum outro profeta jamais se colocou no lugar de Deus.
Alguns dizem que Jesus jamais disse explicitamente “Eu sou Deus”. É verdade que ele jamais disse exatamente as palavras “Eu sou Deus”. No entanto, Jesus também nunca disse explicitamente “Eu sou um homem” ou “Eu sou um profeta”. Ainda assim, Jesus foi sem dúvida humano, e seus seguidores o consideravam um profeta como Moisés ou Elias. Assim, não podemos rejeitar o fato de que Jesus era uma divindade somente pelo fato dele não ter dito exatamente essas palavras, assim como não podemos dizer que ele não era um profeta.
De fato, as afirmações de Jesus sobre si mesmo contradizem a noção de que ele era simplesmente um grande homem ou um profeta. Em mais de uma ocasião, Jesus chamou a si mesmo de Filho de Deus. Quando questionado se acreditava na possibilidade de Jesus ter sido o Filho de Deus, o vocalista da banda U2, Bono, respondeu:
“Não, não é improvável para mim. Veja bem, a resposta secular para a história de Cristo é sempre esta: ele era um grande profeta, claramente uma pessoa muito interessante e com muitas coisas a dizer, assim como outros grandes profetas como Elias, Maomé, Buda ou Confúcio. Porém na verdade Cristo não deixava você fazer isso. Ele não o isentava das responsabilidades. Cristo dizia: ‘Não, não estou dizendo que sou um professor, não me chame de professor. Não estou dizendo que sou um profeta. … Estou dizendo que sou a encarnação de Deus’. E as pessoas dizem: Não, não, por favor, seja apenas um profeta. Um profeta nós podemos aceitar.”[8]
Antes de analisarmos as afirmações de Jesus, é importante entendermos que essas afirmações foram feitas no contexto da crença judaica em um único Deus (monoteísmo). Nenhum Judeu fiel acreditaria em mais de um único Deus. E Jesus acreditava no Deus único, orando para seu Pai como “o único Deus verdadeiro”.[9]
Mas na mesma oração, Jesus falou sobre ter sempre existido com seu Pai. E quando Filipe pediu a Jesus para que ele lhe mostrasse o Pai, Jesus disse: “Você não me conhece, Filipe, mesmo depois de eu ter estado com vocês durante tanto tempo? Quem me vê, vê o Pai.”[10] Assim a pergunta é: “Jesus afirmava ser o Deus hebraico que criou o universo?

Jesus é Deus?

Jesus afirmou ser o Deus de Abraão e Moisés?

Jesus continuamente fazia referência a si mesmo de formas que confundiam seus ouvintes. Como aponta Piper, Jesus fez uma afirmação audaciosa, “Antes de Abraão nascer, EU SOU.”[11] Ele falou a Marta e a outros ao seu redor: “EU SOU a ressurreição e a vida. Aquele que crê em mim, ainda que morra, viverá.”[12] Da mesma forma, Jesus fazia afirmações como, “EU SOU a luz do mundo”[13], “EU SOU o único caminho para Deus”[14] ou “EU SOU a ‘verdade’[15]. Essas e muitas outras de suas afirmações começavam coma as palavras sagradas para Deus, “EU SOU” (ego eimi).[16] O que Jesus quis dizer com tais afirmações e qual é a importância do termo “EU SOU”?
Mais uma vez, precisamos voltar ao contexto. Nas Escrituras Hebraicas, quando Moisés perguntou a Deus Seu nome na sarça ardente, Deus respondeu: “EU SOU”. Ele estava revelando a Moisés que Ele era o único Deus atemporal e que sempre existiu. Incrivelmente, Jesus estava usando essas palavras sagradas para descrever a si mesmo. A questão é: “Por que”?
Desde os tempos de Moisés, nenhum praticante do judaísmo jamais se referiria a si mesmo ou a qualquer outra pessoa usando “EU SOU”. Com resultado, as afirmações de “EU SOU” de Jesus enfurecerem os líderes judaicos. Certa vez, por exemplo, alguns líderes explicaram a Jesus por que estavam tentando matá-lo: “Porque você é um simples homem e se apresenta como Deus”.[17]
O uso do nome de Deus por parte de Jesus deixou os líderes religiosos muito enfurecidos. A questão é que esses estudiosos do Antigo Testamento sabiam exatamente o que ele estava dizendo: ele afirmava ser Deus, o Criador do universo. Somente essa afirmação poderia ter resultado na acusação de blasfêmia. Ao ler o texto, é claro entender que Jesus afirmava ser Deus, não simplesmente por suas palavras, mas também pelas reações a essas palavras.
C.S. Lewis inicialmente considerava Jesus um mito. Porém esse gênio da literatura, que conheci os mitos muito bem, chegou à conclusão de que Jesus tinha de ter sido uma pessoa real. Além disso, conforme Lewis investigava as evidências sobre Jesus, ele se convenceu que Jesus não somente era real, mas também era diferente de qualquer outro homem da história. Lewis escreveu:
“E aí que vem o verdadeiro choque. Entre esses judeus, de repente surge um homem que começa a falar como se Ele fosse Deus. Ele diz perdoar os pecados. Ele diz que Ele sempre existiu. Ele diz que Ele está vindo para julgar o mundo no final dos tempos”.[18]
Para Lewis, as afirmações de Jesus eram simplesmente muito radicais e profundas para terem sido feitas por um simples professor ou líder religioso (Para obter informações mais detalhadas sobre as afirmações de Jesus a respeito de sua divindade, consulte “Jesus afirmou ser Deus?”). 

Jesus é Deus?

Que tipo de Deus?

Alguns dizem que Jesus afirmava ser apenas uma parte de Deus. Porém a ideia de que todos nós fazemos parte de Deus e de que dentro de nós está a semente da divindade simplesmente não é um sentido possível para as palavras e ações de Jesus. Tais pensamentos são revisionistas e não condizem com seus ensinamentos, suas crenças e com o entendimento de seus ensinamentos por parte de seus discípulos.
Jesus ensinou que ele era Deus do modo que os judeus entendiam Deus e que as Escrituras Hebraicas retratavam Deus, e não do modo que o movimento da Nova Era entendia Deus. Nem Jesus nem seu público conheciam Star Wars, então quando falavam de Deus, eles não estavam falando de forças cósmicas. Trata-se simplesmente de uma má história para redefinir o que Jesus queria dizer com o conceito de Deus.
Lewis explica:
Vamos esclarecer isso. Entre panteístas, como os indianos, qualquer pessoa poderia dizer que é parte de Deus, ou um com Deus… Porém este homem, por ser judeu, não poderia dizer que era esse tipo de Deus. Deus, em seu idioma, significava Estar fora do mundo, aquele que criou o mundo e era infinitamente diferente de qualquer outra coisa. Ao entender isso, você verá que o que esse homem disse, de forma muito simples, foi a coisa mais chocante jamais dita por um homem.[19]
Com certeza existem aqueles que aceitam Jesus como um grande professor, porém ainda recusam chamá-lo de Deus. Como deísta, sabemos que Thomas Jefferson não tinha problemas para aceitar os ensinamentos morais e éticos de Jesus e ao mesmo tempo rejeitar sua divindade.[20] Porém como já dito, se Jesus não era quem afirmava ser, então é preciso analisar outras possibilidades, nenhuma das quais faria dele um grande professor moral. Lewis disse: “Estou tentando impedir que qualquer um diga a coisa mais insensata, que as pessoas dizem frequentemente, sobre Ele: ‘Aceito Jesus como um grande professor moral, porém não aceito as afirmações de que ele era Deus’. É exatamente isso que não podemos dizer”.[21]
Em sua missão em busca da verdade, Lewis sabia que não era possível aceitar as duas identidades de Jesus. Ou Jesus era quem ele afirmava ser, a encarnação de Deus, ou suas afirmações eram falas. Se fossem falsas, Jesus não poderia ter sido um grande professor moral. Ele estaria mentindo de propósito ou teria sido um lunático com um complexo de Deus.

Jesus é Deus?

Jesus poderia estar mentindo?

Mesmos os maiores críticos de Jesus raramente o chamaram de mentiroso. Essa classificação não é compatível com os grandes ensinamentos sobre moral e ética de Jesus. Mas se Jesus não era quem afirmava ser, devemos pensar na possibilidade de que ele estava intencionalmente enganando a todos.
Uma das mais conhecidas e influentes obras políticas de todos os tempos foi escrita por Nicolau Maquiavel em 1532. Eu seu clássico, O príncipe, Maquiavel exalta o poder, o sucesso, a imagem e a eficiência acima da lealdade, da fé e da honestidade. De acordo com Maquiavel, não há problemas em mentir quando isso visa um fim político.
Poderia Jesus Cristo ter construído todo seu império com base em uma mentira simplesmente para obter poder, fama ou sucesso? De fato, os inimigos judeus de Jesus constantemente tentavam o expor como uma fraude ou um mentiroso. Eles o bombardeavam de perguntas, tentando fazer com que ele cometesse erros ou se contradissesse. Ainda assim, as respostas de Jesus eram de uma incrível consistência.
Assim, a questão que temos que fazer é: o que poderia motivar Jesus a tornar toda sua vida uma mentira? Ele ensinava que Deus não aceitava mentiras e hipocrisia, assim ele não poderia estar fazendo isso para agradar ao seu Pai. Ele certamente não mentiu em benefício de seus seguidores, uma vez todos, com exceção de um, foram martirizados em vez de renunciar seu Senhor (consulte “Os apóstolos acreditavam que Jesus era Deus?”  Assim, nos restam apenas duas possíveis explicações, ambas as quais são problemáticas.

Jesus é Deus?

Benefício

Muitas pessoas mentiram em prol de ganhos pessoais. De fato, a motivação da maioria das mentiras é o benefício que as pessoas veem nelas. O que Jesus poderia querer ganhar ao mentir sobre sua identidade? A resposta mais óbvia seria o poder. Se as pessoas acreditassem que ele era Deus, ele teria um poder imenso (é por isso que muitos líderes antigos, como os imperadores romanos, afirmavam ser de origem divina).
O problema dessa explicação é que Jesus evitava qualquer tentativa de ser colocado no poder, em vez de castigar aqueles que abusam de tal poder e vivem suas vidas em busca dele. Além disso, ele estendia suas mãos para os rejeitados (prostitutas e leprosos), aqueles sem poder, criando uma rede de pessoas cuja influência era menor do que zero. De uma maneira que só pode ser descrita como bizarra, tudo aquilo que Jesus fez e disse ia em direção complemente oposta ao poder.
Se a motivação de Jesus era o poder, ele aparentemente teria evitado a cruz a todo custo. Ainda assim, em diversas ocasiões, ele disse a seus discípulos que a cruz era seu destino e sua missão. Como morrer em uma cruz romana poderia conceder poder a alguém?
A morte, obviamente, trás a devida atenção a qualquer coisa. E enquanto muitos mártires morreram em prol das causas que acreditavam, poucos estiverem dispostos a morrer por mentiras conhecidas. Com certeza todas as esperanças de ganhos pessoais de Jesus teriam acabado na cruz. Ainda assim, até seu último suspiro, ele não abriu mão de afirmar que era o único Filho de Deus. O estudioso do Novo Testamente, J. I. Packer, aponta que este título expressa a divindade pessoal de Jesus.[22]

Jesus é Deus?

Um legado

Então se Jesus não mentia em benefício próprio, talvez suas afirmações radicais fossem falsas a fim de deixar um legado. Porém a possibilidade de ser espancado e pregado em uma cruz teria rapidamente acabado com o entusiasmo da grande maioria das pessoas.
Aqui está outro fato assombroso. Se Jesus tivesse simplesmente rejeitado a afirmação de ser Filho de Deus, ele jamais teria sido condenado. Foi sua afirmação de ser Deus e sua relutância a rejeitá-la que fizeram com que ele fosse crucificado.
Se aumentar sua credibilidade e reputação histórica foi o que motivou Jesus a mentir, é preciso explicar como um filho de carpinteiro, proveniente de um pobre vilarejo da Judéia, pode ter previsto os eventos futuros que tornariam seu nome tão conhecido e importante no mundo todo. Como ele poderia saber que sua mensagem sobreviveria? Os discípulos de Jesus tinham fugido e Pedro o negou, o que não é exatamente a melhor ideia para deixar um legado religioso.
Os historicistas acreditam que Jesus mentiu? Estudiosos analisaram a vida e as palavras de Jesus para descobrir se há qualquer evidência de falhas em sua personalidade moral. De fato, mesmo os maiores céticos ficam espantados com a pureza ética e moral de Jesus.
De acordo com o historicista Philip Schaff, não há evidências, tanto na história da igreja quanto na história secular, de que Jesus tenha mentido sobre qualquer coisa. Schaff argumentou: “Como, em nome da lógica, senso comum e experiência, um homem enganador, egoísta e depravado poderia ter inventado e mantido de forma consistente, do início ao fim, a personalidade mais pura e nobre da história, com o mais perfeito ar de verdade e realidade?”[23]
Aceitar a possibilidade de que Jesus era um mentiroso iria em direção oposta a tudo aquilo em prol de que Jesus ensinou, viveu e morreu. Para a maioria dos estudiosos, essa opção simplesmente não faz sentido. Ainda assim, para negar as afirmações de Jesus, é preciso uma explicação. E se as afirmações de Jesus não são verdadeiras, e ele não estava mentindo, a única opção restante é de que ele estava enganando a si mesmo.

Jesus é Deus?

Jesus poderia estar enganando a si mesmo?

Albert Schweitzer, ganhador do Prêmio Nobel em 1952 por seus trabalhos humanitários, tinha suas próprias ideias sobre Jesus. Schweitzer chegou à conclusão de que a insanidade era a base das afirmações de Jesus de ser Deus. Em outras palavras, Jesus estava errado em suas afirmações, porém ele não mentiu intencionalmente. De acordo a teoria de Schweitzer, Jesus estava iludido de forma a acreditar que ele era o Messias.
Lewis avaliou cuidadosamente essa possibilidade. Ele deduziu que se as afirmações de Jesus não fossem verdadeiras, então ele era louco. Lewis argumenta que alguém que afirmou ser Deus não seria um grande professor moral. “Ou ele seria um lunático do mesmo nível de uma pessoa que diz ser um ovo cozido ou seria o Diabo do Inferno”.[24]
A maioria das pessoas que estudou a vida e as palavras de Jesus o reconhece como uma pessoa extremamente racional. Embora sua vida tenha sido permeada de imoralidade e ceticismo pessoal, o renomado filósofo francês Jean-Jacques Rousseau (1712–78) reconheceu a personalidade elevada e a presença de espírito de Jesus, declarando: “Quando Platão descreveu seu homem justo imaginário… ele descrever exatamente a personalidade de Cristo. … Se a vida e a morte de Sócrates são as de um filósofo, a vida e a morte de Jesus Cristo são as de um Deus”.[25]
Bono conclui que “louco” é a última coisa que alguém pode pensar de Jesus.
“Assim o que lhe resta é que Cristo era quem Ele dizia ser ou era totalmente louco. E quando digo louco, digo louco como Charles Manson… Eu não estou brincando. A ideia de que toda a história da civilização em mais da metade do planeta foi completamente alterada por um lunático, para mim isso não pode ser verdade…”[26]
Então, Jesus era um mentiroso ou um lunático, ou era o Filho de Deus? Será que Jefferson estava certo ao classificar Jesus como “somente um professor moral”, negando sua divindade? É interessante que o público de Jesus, tanto crentes como inimigos, nunca o consideraram como um simples professor moral. Jesus causou três reações principais nas pessoas com que teve contato: ódio, terror ou adoração
As afirmações de Jesus Cristo nos forçam a escolher. Como disse Lewis, nós não podemos categorizar Jesus simplesmente como um grande líder religioso ou um grande professor moral. O ex-cético nos desafia a nos decidir a respeito de Jesus, dizendo:
“Você precisa se decidir. Ou esse homem era, e é, o Filho de Deus, ou é um louco ao algo ainda pior. Você pode calá-lo por Ele ser um louco, você pode cuspir Nele e matá-lo como um demônio ou ajoelhar-se perante Ele e chamá-lo de Senhor e Deus. Mas não vamos considerar besteiras arrogantes dizendo que Ele era um grande professor moral. Ele não nos deu essa possibilidade. Não era esse seu objetivo”.[27]
Em Cristianismo Puro e Simples, Lewis explora diversas possibilidades a respeito da identidade de Jesus, concluindo que ele é exatamente quem ele afirmava ser. Sua análise cuidadosa da vida e das palavras de Jesus levou esse grande gênio da literatura a renunciar seu o ateísmo e se tornar um Cristão comprometido.
A grande questão da história da humanidade é “quem é o verdadeiro Jesus Cristo”? Bono, Lewis e muitos outros chegaram à conclusão de que Deus visitou a terra em forma humana. Mas se isso é verdade, nos esperaríamos que ele estivesse vivo atualmente. E é exatamente isso seus seguidores acreditam.

Jesus voltou mesmo dos mortos?

As testemunhas de Jesus Cristo realmente falaram e agiram como se acreditassem que ele fisicamente se ergueu dentre os mortos após sua crucificação. Se eles estivessem errados, o cristianismo teria se baseado em uma mentira. Mas se estivessem certos, tal milagre confirmaria tudo o que Jesus disse sobre Deus, sobre si mesmo e sobre nós.
Devemos então aceitar a ressurreição de Jesus Cristo somente pela fé ou existe uma evidência histórica sólida? Muitos céticos começaram investigações sobre os registros históricos para provar que os registros da ressurreição são falsos. O que eles descobriram?

Jesus disse o que acontece após a morte?

Se Jesus realmente voltou dos mortos, ele deve saber o que está do outro lado. O que Jesus disse sobre o significado da vida e sobre nosso futuro? Existem vários caminhos para Deus ou Jesus afirmou ser o único? Leia as respostas iniciais em “Por que Jesus?”

Jesus pode trazer significado para a vida?

Jesus pode responder as grandes questões da vida: “Quem sou eu?” “Por que estou aqui?” E, “Para onde estou indo?” Jesus fez declarações sobre a vida e o nosso propósito aqui na Terra que precisam ser analisadas antes de o ignorarmos como indiferente ou impotente. Este artigo, “Por que Jesus”, analisa o mistério de por que Jesus veio para a Terra e o que isso significa para nós.

Retirado do site: http://y-jesus.org/portuguese/wwrj/7-jesus-relevante-dia/